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O número de pessoas que vão viver para o estrangeiro aumenta anualmente e a maioria das famílias vive fora durante períodos de tempo cada vez mais longos. É uma experiência enriquecedora, mas pode ser um desafio psicologicamente falando.
Qual é o impacto psicológico da mobilidade internacional?
Ir viver para o estrangeiro implica mudanças em quase todos os aspetos da vida: vida familiar, vida social, vida profissional e o meio envolvente. Significa deixar as coisas para trás e reconstruí-las noutro lado. Para se adaptar bem, precisa de recursos psicológicos substanciais. Tem de ter confiança em si e na sua capacidade de resolver quaisquer problemas que possam surgir. Mudar-se para o estrangeiro pode ser esgotante para qualquer pessoa e, se mudarem em família, é essencial que haja uma boa comunicação entre todos os membros (cônjuges e/ou pais e filhos).
O "ciclo de vida do expatriado"
Quando os expatriados chegam a um país novo, passam por uma série de fases reconhecidas conhecidas como o "ciclo de vida do expatriado". Na maioria dos casos, desenvolvem novos rumos e encontram um equilíbrio que lhes permite sentirem-se confortáveis, ou até mesmo a prosperarem, no seu novo país.

A fase do "choque de cultura" é a fase mais delicada em termos psicológicos. Começa por volta dos três meses após assentarem num novo país. Quando os expatriados chegam, estão no período de "lua-de-mel", assentando-se ativamente e eufóricos com as suas novas descobertas. Quando esta fase acaba, poderão sentir-se exaustos, perder a confiança em si próprios e começar a ter dúvidas quando ao projeto. Poderão surgir sintomas de ansiedade (dificuldades em dormir, problemas de concentração, irritabilidade). Estes efeitos psicológicos podem ser moderados e diminuir à medida que a pessoa se adapta ou muito mais graves, colocando todo o projeto em causa.

Por fim, o regresso a casa continua a ser um período difícil para 70% das pessoas. A expatriação abre novos horizontes e oferece-lhes experiências amplamente diferentes e, muitas vezes, extraordinárias. Voltar ao dia-a-dia no seu país de origem e ao seu emprego está longe de ser fácil. As suas experiências no estrangeiro nem sempre são ouvidas, reconhecidas ou apreciadas pelas pessoas com quem convivem, sejam os seus amigos e entes queridos ou os seus colegas e chefes.
As pessoas que vivem no estrangeiro sofrem de problemas psicológicos diferentes das outras pessoas?
As pessoas que vivem no estrangeiro não têm problemas psicológicos diferentes do resto da população, mas podem ser identificados muito mais tarde. Estar longe de quem amamos, estar isolado num novo país e ter dificuldade em encontrar ajuda adequada na sua língua nativa pode impedir que as pessoas obtenham o tipo de apoio psicológico a que teriam acesso no seu país natal.

Também existe a questão das representações mentais. As expatriações por motivos profissionais são vistas como baseadas no desempenho e altamente exigentes. Seja para trabalhar numa multinacional grande, numa organização humanitária ou num estágio, mudar para o estrangeiro, geralmente, é visto como um investimento muito dispendioso numa nova oportunidade. Admitir que se tem um problema é complicado, pois equivaleria a admitir fracasso ou fraqueza.

Os problemas mais comuns com que os expatriados se deparam hoje em dia são a ansiedade, a depressão, o esgotamento e os vícios (álcool, droga e medicação). As pessoas também são tratadas por distúrbios por stress pós-traumático devido a situações graves (assaltos, desastres, acidentes, raptos, etc.).
Qual é a melhor forma de gerir estes desafios psicológicos?
É importante que todos os envolvidos na expatriação (desde os recursos humanos à segurança para médicos corporativos e diretores-gerais) estejam plenamente educados e treinados no seu impacto psicológico distinto. Avaliar e detetar problemas existentes ou potenciais de uma pessoa antes da partida e no seu regresso ajudá-la-á a manter-se saudável e feliz tanto a nível pessoal como profissional.
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